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Polícia Federal faz operação contra prefeitos na região Sudoeste da Bahia.

  • Foto do escritor: TANABOCADOPOVO
    TANABOCADOPOVO
  • 23 de out.
  • 2 min de leitura

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Entre os alvos estão o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho (PCdoB), a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB) e o ex-chefe de gabinete da prefeitura de Poções.

A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (23), uma operação para combater uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à Prefeitura de Poções, cidade do sudoeste da Bahia, entre 2021 e 2023.


• O prejuízo estimado ao erário ultrapassa R$ 12 milhões.

• Segundo a Polícia Federal, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos municípios baianos de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista.


A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (23), uma operação para combater uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à Prefeitura de Poções, cidade do sudoeste da Bahia, entre 2021 e 2023. O prejuízo estimado ao erário ultrapassa R$ 12 milhões.


Segundo a Polícia Federal, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão nos municípios baianos de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista.

Entre os alvos estão o prefeito de Encruzilhada, Dr Pedrinho (PCdoB), a prefeita de Poções, Dona Nilda (PCdoB) e o ex-chefe de gabinete da prefeitura de Poções, que também já exerceu o cargo de prefeito do município, Otto Wagner de Magalhães. Ele foi preso por posse ilegal de arma.


Anteriormente, a reportagem afirmou que o atual chefe de gabinete Jorge Luiz era um dos alvos da operação. No entanto, ele não foi citado na ação da PF.


Como funcionava o esquema

De acordo com a PF, as investigações apontam irregularidades em contratos de terceirização de mão de obra financiados com recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), Sistema Único de Saúde (SUS) e Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), incluindo ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços.


A investigação revelou ainda a existência de uma estrutura criminosa organizada, com atuação em diversos municípios baianos, que utilizava empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias atípicas e ocultação patrimonial para viabilizar os desvios e a lavagem de dinheiro.


A PF informou que os crimes apurados incluem organização criminosa, peculato, fraude à licitação, lavagem de dinheiro e crimes contra a legislação trabalhista.


TANABOCADOPOVO

 
 
 

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